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Havia uma garota que denominava-se, Marina. Hoje, Marina acordou sem ver o sol nascer. Sentiu um grande aperto lá, no fundo de seu peito, sabendo que existe um alguém que não fará mais parte de sua rotina, em saber, que quando precisar desabafar todos os problemas, e poder dar aquele suspiro de alívio, este alguém não estará mais presente; Em saber que agora, só a resta as lembranças, que por poucas que sejam, nunca serão esquecidas. Saudade? Marina diz que essa palavra não é nada do lado do que ela está sentindo. É dificil de superar? difícil de compreender? difícil de aceitar? de acreditar? É, até demais. - Disse Marina. Demais de sofrimento, de dor, de compreensão. Ela não encontra mais motivações, não vê mais motivos de fazer nada, tudo o que queria, o quee ela mais queria era ter esse alguém junto dela. E ela falou: - É difícil, saber que quando eu andar na rua, não terei mais a chance de o esbarrar, ou então, o encontrar em quaisquer lugar. .Tudo isso são mudanças drásticas que aconteceram com ela da noite para o dia, a deixando em estado de choque ou mesmo sem reação por não saber como agir, e o que a restou, foi sofrer, e chorar. É, a saudade que a fez ver, o enorme valor que cada pessoa tem para si mesmo, é aquele velho ditado, temos que perder para dar valor, e isso é a pura realidade. Mas isso também a serviu de lição, de aprendizado! A ensinou a valorizar cada simples ato, como um abraço, um beijo no rosto, olhar nos olhos, ou até mesmo ouvir a voz. A ensinou a valorizar os momentos que haviam passado juntos, como se fossem únicos, por menores que sejam, porém são capazes de se transformarem únicos e inesquecíveis. E depois de perder alguém, a ensinou principalmente a conservar cada pessoa que está em seu meio, pois são aquelas pessoas que quando não estiverem presentes, farão falta. Por fim, Marina aprendeu a acreditar que nem tudo é pra sempre, nem as pessoas, nem os lugares, nem as amizades, nem a vida, porque o pra sempre, sempre acaba.
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